Já é Fevereiro

 

Acordo, levanto, abro portas e janelas, preparo meu café, sento à mesa, a emoção me envolve neste instante, que me pego a observar o meu entorno. Sorrio e a primeira sensação é de estar dentro de um grande berço e alguém começa a me embalar.
Meu Deus! O silencio!
Que lindo! Que bom é ouvir o barulho da natureza!
Um casal de papagaios tagarelando cruza sob o céu azul.
As cigarras e cigarrinhas cantam, chiam no meu jardim.
A cachoeira desliza  mansamente ao meu lado.
O mar no seu chuáaa, chuáaaa, avisa-me de mansinho que está aos meus pés.
Uma brisa, livre, leve e solta refresca os meus pulmões. Leia mais »

Sustentabilidade através do repovoamento da biodiversidade

 

A Equipe do nosso jornal sempre abraçou a ideia da sustentabilidade pelo repovoamento da biodiversidade, fugindo do extrativismo para a produção racional de tudo aquilo que pode nos fornecer alimentos e sustentabilidade econômica, além de manter a cadeia alimentar da própria biodiversidade, da qual somos integrantes e totalmente dependentes. Razão que nosso diapasão nos afina com o IED-BIG Instituto de Ecodesenvolvimento da Baía da Ilha Grande.

Como apaixonados pela sustentabilidade, cujo tema é questão de debate em toda a humanidade, ouso até dizer que está sendo o foco das discussões no planeta, porque começaram a entender sua fragilidade como natureza, e quanto dependemos dela. Neste tema há alguns anos estamos de mãos dadas com o Projeto Pomar, parte integrante do IED-BIG, por termos os mesmos propósitos e uma certa interdependência, por eles serem produtores de biodiversidade e nós, por sermos um jornal, promotores destes trabalho, divulgando, conscientizando, enfim fazendo chegar ao mais simples pescador a informação que ele deve ter para que tenhamos amanhã. Nosso futuro depende exclusivamente do hoje, do agora! Não há tempo a perder! O planeta está se exaurindo! Leia mais »

Seria aqui a Nova Zelândia?

 

A Nova Zelândia (em inglês: New Zealand, em maori: Aotearoa) é um país insular no sudoeste do Oceano Pacífico formado por duas massas de terra principais (comumente chamadas de Ilha do Norte e Ilha do Sul) e por numerosas ilhas menores. A região é notável por seu isolamento geográfico: está situada a cerca de 2 000 km a sudeste da Austrália. Devido ao seu isolamento, o país desenvolveu uma fauna distinta dominada por pássaros, alguns dos quais foram extintos após a chegada dos seres humanos e dos mamíferos introduzidos por nós. O poder político é mantido pelo parlamento da Nova Zelândia, sob a liderança do primeiro-ministro, que é o chefe de governo do país.
É um local desenvolvido e que se posiciona muito bem em comparações internacionais sobre desenvolvimento humano (o quinto melhor do mundo em 2011), qualidade de vida, esperança de vida, alfabetização, educação pública, paz, prosperidade, liberdade econômica, facilidade de fazer negócios, falta de corrupção, liberdade de imprensa, democracia e proteção das liberdades civis e de direitos políticos. Suas cidades também são consideradas as mais habitáveis do mundo.  Leia mais »

É dando que se recebe?

 

Texto extraído do site : leonardoboff.com

Estamos em tempos de montagem de governos. Há disputas por cargos e funções por parte de partidos e de políticos. Ocorrem sempre negociações, carregadas de interesses e de muita vaidade. Neste contexto, se ouve citar um tópico da inspiradora oração de São Francisco pela paz “é dando que se recebe” para justificar a permuta de favores e de apoios onde também rola muito dinheiro. É uma manipulação torpe do espírito generoso e desinteressado de São Francisco. Mas desprezemos estes desvios e vejamos seu sentido verdadeiro.

Há duas economias: a dos bens materiais e a dos bens espirituais. Elas seguem lógicas diferentes. Na economia dos bens materiais, quanto mais você dá bens, roupas, casas, terras e dinheiro, menos você tem. Se alguém dá sem prudência e esbanja perdulariamente acaba na pobreza. Leia mais »

[Brasil - Japão] Para o ano todo: Kinoshita

Começar o ano com boa gastronomia é garantir um bom paladar por todas as estações! A Dô Cultural, em parceria com a Kikkoman, realizará no dia 28 de janeiro uma degustação super especial no Restaurante Kinoshita.

Os participantes poderão saborear em primeiríssima mão, o novo cardápio do restaurante, preparado especialmente pelo cheff Tsuyoshi Murakami que surpreende com suas inovações.

O Restaurante Kinoshita, eleito o melhor restaurante japonês pelas revistas VEJA SP e Época no ano de 2011, a dupla campeã Marcelo Fernandes e o chef Tsuyoshi Murakami comemoram o ano premiado e abrem as atividades da Dô Cultural com esta deliciosa surpresa!

A premiação de melhor cozinha japonesa para o Restaurante Kinoshita é o reconhecimento da midia especializada para a excelência do trabalho do chef Murakami. São pratos levíssimos, requintados, coloridos, uma mistura charmosa de sabores e aromas.Tudo temperado com muito prazer e diversão!” diz Jo Takahashi, diretor da Dô Cultural

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AINDA SERÁ O PLANETA SUSTENTÁVEL?

 

A Terra como planeta, é muito pequena. Já possui um terço de sua superfície desertificada, inúmeras espécies extintas, atmosfera saturada, sete bilhões de pessoas consumistas e uma infinidade de indústrias que produzem em progressão geométrica, até exaurir a última reservam do planeta para dar conta da demanda de consumo. Será isto sustentável? Maria Bethania disse certa vez: “de que adiantam dólares, sem planeta”?

Thomas Jefferson disse, em 1802:

 “Penso que as instituições bancárias são mais perigosas para a nossa liberdade que exércitos inteiros prontos para o combate. Se o povo americano permitir um dia que os bancos privados controlem sua moeda, os bancos e todas as instituições que floresceram em torno dos bancos, privarão a gente de todas as possessões, primeiro por meio da inflação, seguida da recessão, até o dia em que seus filhos se despertarão sem casa e sem teto, sobre a terra que seus pais conquistaram”! Leia mais »

Eletrobras Eletronuclear patrocina projeto de maricultura bem-sucedido em Angra dos Reis

IED–BIG, UMA REALIDADE PARA A SUSTENTABILIDADE DA BAÍA DA ILHA GRANDE

 

Até 2015, empresa irá investir mais de R$ 2 milhões na iniciativa, que produziu quase três milhões de sementes de vieiras em 2011.

 

A maricultura em 2012 promete. A estimativa é que a produção de coquilles Saint Jacques (ou vieira, molusco nativo da costa brasileira) a ser comercializada no Brasil atingirá a marca de 100 mil dúzias. Os coquilles, ao atingirem 6 cm, são vendidos para os restaurantes dos grandes centros do país. Como a média de preços da dúzia é de R$ 30, o valor do negócio da maricultura poderá atingir a marca de R$ 3 milhões.
Essa previsão é de José Luiz Zaganelli, presidente do Instituto de Ecodesenvolvimento da Baía da Ilha Grande (IED-BIG) que, com apoio da Eletrobras Eletronuclear, desenvolve um projeto de repovoamento marinho de porte. “Se considerarmos que 1 dúzia corresponde a
0,250 kg de coquille, teremos uma produção estimada de 25 mil quilos de coquille nas mesas dos brasileiros”, comemora. Leia mais »

Réveillon Vila do Abraão – Três dias de show!

 

“Devemos o sucesso deste ano ao exercício de cidadania. Numa democracia ou se participa, ou se engole tudo em silêncio. Obviamente o leitor não entendeu, mas agora vai entender. Um movimento das associações foi ao Prefeito e conseguiu tirar o festejo de fim de ano, que era feito pela CULTUAR, que nos queria até então ver pelas costas, e passá-lo para a TURISANGRA onde felizmente temos trânsito. O resultado foi um grande show e a harmonia de volta. Por mais absurdo que pareça, em alguns lugares “só porrada gera compreensão”. Desculpas aos mais éticos”! Leia mais »

Por uma Ilha sustentável

 

Por Juliana Fernandes

O tema Sustentabilidade começou a se popularizar com as conferências da ONU, inclusive conceituando o desenvolvimento sustentável como aquele que “satisfaz as necessidades presentes, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de suprir suas próprias necessidades”, mas, ao contrário do que se pensa, esse não é um conceito novo.
Em 1968, Garrett Hardin mostrou sua preocupação com os “atos sem remorso” dos indivíduos em uma sociedade e suas conseqüências no todo, e, em 1972, o Clube de Roma até chegou a propor a discussão sobre os “dilemas atuais e futuros do homem”, considerando as ações conjuntas como necessárias para chegar à preservação do planeta, para nós e para nossos filhos. É importante lembrar que, na mesma época, também começou o movimento do ambientalismo, pela preocupação sobre os rumos que tomariam o desenvolvimento econômico e a exploração de recursos naturais a qualquer custo, colocando a questão ambiental como centro dos debates. Leia mais »

Que país é este?

 

Por André Trigueiro

O leitor haverá de me perdoar se nas linhas abaixo resolvi deixar de lado meu otimismo incorrigível para enumerar, de maneira resumida, assuntos sobre os quais o Brasil parece ter perdido a noção do perigo ou mesmo do bom senso.

Por que quando o assunto é agrotóxico, o país campeão mundial no uso dessas substâncias venenosas ainda tem legislação frouxa, fiscalização deficiente e uma estranha burocracia que impede a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) de agir rápido quando se constata a necessidade de retirar do mercado um determinado produto de elevada toxicidade? Nas lavouras brasileiras são usados pelo menos dez produtos proibidos na União Européia, Estados Unidos e um deles até no Paraguai.
Por que quando o assunto é transgênico, os protocolos de biossegurança que antecedem o licenciamento de novas substâncias geneticamente modificadas parecem ser sistematicamente desprezados por parte da maioria dos doutores que integram a CTNbio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança), onde os Ministérios da Saúde e do Meio Ambiente têm direito a voto, mas são minoria? Leia mais »