Acordo, levanto, abro portas e janelas, preparo meu café, sento à mesa, a emoção me envolve neste instante, que me pego a observar o meu entorno. Sorrio e a primeira sensação é de estar dentro de um grande berço e alguém começa a me embalar. Meu Deus! O silencio! Que lindo! Que bom é ouvir o barulho da natureza! Um casal de papagaios tagarelando cruza sob o céu azul. As cigarras e cigarrinhas cantam, chiam no meu jardim. A cachoeira deslizamansamente ao meu lado. O mar no seu chuáaa, chuáaaa, avisa-me de mansinho que está aos meus pés. Uma brisa, livre, leve e solta refresca os meus pulmões. Leia mais »
A Equipe do nosso jornal sempre abraçou a ideia da sustentabilidade pelo repovoamento da biodiversidade, fugindo do extrativismo para a produção racional de tudo aquilo que pode nos fornecer alimentos e sustentabilidade econômica, além de manter a cadeia alimentar da própria biodiversidade, da qual somos integrantes e totalmente dependentes. Razão que nosso diapasão nos afina com o IED-BIG Instituto de Ecodesenvolvimento da Baía da Ilha Grande.
Como apaixonados pela sustentabilidade, cujo tema é questão de debate em toda a humanidade, ouso até dizer que está sendo o foco das discussões no planeta, porque começaram a entender sua fragilidade como natureza, e quanto dependemos dela. Neste tema há alguns anos estamos de mãos dadas com o Projeto Pomar, parte integrante do IED-BIG, por termos os mesmos propósitos e uma certa interdependência, por eles serem produtores de biodiversidade e nós, por sermos um jornal, promotores destes trabalho, divulgando, conscientizando, enfim fazendo chegar ao mais simples pescador a informação que ele deve ter para que tenhamos amanhã. Nosso futuro depende exclusivamente do hoje, do agora! Não há tempo a perder! O planeta está se exaurindo! Leia mais »
Estamos em tempos de montagem de governos. Há disputas por cargos e funções por parte de partidos e de políticos. Ocorrem sempre negociações, carregadas de interesses e de muita vaidade. Neste contexto, se ouve citar um tópico da inspiradora oração de São Francisco pela paz “é dando que se recebe” para justificar a permuta de favores e de apoios onde também rola muito dinheiro. É uma manipulação torpe do espírito generoso e desinteressado de São Francisco. Mas desprezemos estes desvios e vejamos seu sentido verdadeiro.
Há duas economias: a dos bens materiais e a dos bens espirituais. Elas seguem lógicas diferentes. Na economia dos bens materiais, quanto mais você dá bens, roupas, casas, terras e dinheiro, menos você tem. Se alguém dá sem prudência e esbanja perdulariamente acaba na pobreza. Leia mais »
Começar o ano com boa gastronomia é garantir um bom paladar por todas as estações! A Dô Cultural, em parceria com a Kikkoman, realizará no dia 28 de janeiro uma degustação super especial no Restaurante Kinoshita.
Os participantes poderão saborear em primeiríssima mão, o novo cardápio do restaurante, preparado especialmente pelo cheff Tsuyoshi Murakami que surpreende com suas inovações.
O Restaurante Kinoshita, eleito o melhor restaurante japonês pelas revistas VEJA SP e Época no ano de 2011, a dupla campeã Marcelo Fernandes e o chef Tsuyoshi Murakami comemoram o ano premiado e abrem as atividades da Dô Cultural com esta deliciosa surpresa!
“A premiação de melhor cozinha japonesa para o Restaurante Kinoshita é o reconhecimento da midia especializada para a excelência do trabalho do chef Murakami. São pratos levíssimos, requintados, coloridos, uma mistura charmosa de sabores e aromas.Tudo temperado com muito prazer e diversão!” diz Jo Takahashi, diretor da Dô Cultural
A Terra como planeta, é muito pequena. Já possui um terço de sua superfície desertificada, inúmeras espécies extintas, atmosfera saturada, sete bilhões de pessoas consumistas e uma infinidade de indústrias que produzem em progressão geométrica, até exaurir a última reservam do planeta para dar conta da demanda de consumo. Será isto sustentável? Maria Bethania disse certa vez: “de que adiantam dólares, sem planeta”?
Thomas Jefferson disse, em 1802:
“Penso que as instituições bancárias são mais perigosas para a nossa liberdade que exércitos inteiros prontos para o combate. Se o povo americano permitir um dia que os bancos privados controlem sua moeda, os bancos e todas as instituições que floresceram em torno dos bancos, privarão a gente de todas as possessões, primeiro por meio da inflação, seguida da recessão, até o dia em que seus filhos se despertarão sem casa e sem teto, sobre a terra que seus pais conquistaram”! Leia mais »
IED–BIG, UMA REALIDADE PARA A SUSTENTABILIDADE DA BAÍA DA ILHA GRANDE
Até 2015, empresa irá investir mais de R$ 2 milhões na iniciativa, que produziu quase três milhões de sementes de vieiras em 2011.
A maricultura em 2012 promete. A estimativa é que a produção de coquilles Saint Jacques (ou vieira, molusco nativo da costa brasileira) a ser comercializada no Brasil atingirá a marca de 100 mil dúzias. Os coquilles, ao atingirem 6 cm, são vendidos para os restaurantes dos grandes centros do país. Como a média de preços da dúzia é de R$ 30, o valor do negócio da maricultura poderá atingir a marca de R$ 3 milhões.
Essa previsão é de José Luiz Zaganelli, presidente do Instituto de Ecodesenvolvimento da Baía da Ilha Grande (IED-BIG) que, com apoio da Eletrobras Eletronuclear, desenvolve um projeto de repovoamento marinho de porte. “Se considerarmos que 1 dúzia corresponde a 0,250 kg de coquille, teremos uma produção estimada de 25 mil quilos de coquille nas mesas dos brasileiros”, comemora. Leia mais »
“Devemos o sucesso deste ano ao exercício de cidadania. Numa democracia ou se participa, ou se engole tudo em silêncio. Obviamente o leitor não entendeu, mas agora vai entender. Um movimento das associações foi ao Prefeito e conseguiu tirar o festejo de fim de ano, que era feito pela CULTUAR, que nos queria até então ver pelas costas, e passá-lo para a TURISANGRA onde felizmente temos trânsito. O resultado foi um grande show e a harmonia de volta. Por mais absurdo que pareça, em alguns lugares “só porrada gera compreensão”. Desculpas aos mais éticos”! Leia mais »
O tema Sustentabilidade começou a se popularizar com as conferências da ONU, inclusive conceituando o desenvolvimento sustentável como aquele que “satisfaz as necessidades presentes, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de suprir suas próprias necessidades”, mas, ao contrário do que se pensa, esse não é um conceito novo.
Em 1968, Garrett Hardin mostrou sua preocupação com os “atos sem remorso” dos indivíduos em uma sociedade e suas conseqüências no todo, e, em 1972, o Clube de Roma até chegou a propor a discussão sobre os “dilemas atuais e futuros do homem”, considerando as ações conjuntas como necessárias para chegar à preservação do planeta, para nós e para nossos filhos. É importante lembrar que, na mesma época, também começou o movimento do ambientalismo, pela preocupação sobre os rumos que tomariam o desenvolvimento econômico e a exploração de recursos naturais a qualquer custo, colocando a questão ambiental como centro dos debates. Leia mais »
O leitor haverá de me perdoar se nas linhas abaixo resolvi deixar de lado meu otimismo incorrigível para enumerar, de maneira resumida, assuntos sobre os quais o Brasil parece ter perdido a noção do perigo ou mesmo do bom senso.
Por que quando o assunto é agrotóxico, o país campeão mundial no uso dessas substâncias venenosas ainda tem legislação frouxa, fiscalização deficiente e uma estranha burocracia que impede a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) de agir rápido quando se constata a necessidade de retirar do mercado um determinado produto de elevada toxicidade? Nas lavouras brasileiras são usados pelo menos dez produtos proibidos na União Européia, Estados Unidos e um deles até no Paraguai.
Por que quando o assunto é transgênico, os protocolos de biossegurança que antecedem o licenciamento de novas substâncias geneticamente modificadas parecem ser sistematicamente desprezados por parte da maioria dos doutores que integram a CTNbio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança), onde os Ministérios da Saúde e do Meio Ambiente têm direito a voto, mas são minoria? Leia mais »