I’m Valerie, a new intern at Rising Green, and I’m an environmentalist. The word “environmentalist” may conjure up images of people in hemp clothing and long hair, hugging trees and listening to soundtracks of bird songs. While I admit I … Leia mais »
O precedente aberto pelo vazamento da Chevron é gravíssimo num país onde já existem 136 plataformas de produção, 60 sondas de perfuração e 8.964 poços em funcionamento. Segundo o Ibama, ocorrem em média de 20 a 30 pequenos vazamentos de óleo por ano.
O Brasil não está preparado para abrigar a mais voluptuosa exploração de petróleo em águas profundas do mundo. Esta talvez seja a maior lição do vazamento de óleo nas proximidades de um poço aberto pela Chevron na Bacia de Campos, o qual revelou uma série de irregularidades e omissões em diferentes níveis governamentais e privados. Leia mais »
O secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, afirmou na quarta-feira que o número de transatlânticos será limitado na Baía da Ilha Grande, em Angra dos Reis. Minc disse ainda que promoverá, com a Capitania dos Portos, operações para coibir eventuais despejos irregulares de esgoto na região turística. As medidas foram anunciadas um dia depois de O GLOBO mostrar que o Ministério Público estadual recebeu um documento com imagens denunciando focos de poluição na baía.
Entre os frequentadores mais ilustres de Abrolhos estão as baleias jubarte que, vindas da Antártida, todos os meses de julho e agosto, usam as suas águas límpidas, como temperatura média de 24 graus, como uma espécie de suíte nupcial e berçário. É lá que elas se reproduzem e amamentam seus filhotes.
Esse ciclo reprodutivo das jubarte está em rota de risco desde que Abrolhos entrou na alça de mira da indústria do petróleo. O governo já licitou para dez empresas 13 blocos de exploração na região. Um acidente como o do Golfo do México pode ser fatal para a natureza e colocar fim ao turismo e a pesca na região, atividades responsáveis pela sobrevivência de mais de 80 mil pessoas. Leia mais »
O Coral Sol (Tubastraea sp.) é um animal que forma colônias coloridas parecendo um jardim bem cultivado em nosso mar. Ele tem origem no Oceano Pacífico talvez no Índico também, é trazido por navios. Não necessitamos de formação específica para entender sua capacidade de destruição na nossa biodiversidade marinha, basta mergulhar, como nós fazemos, e acompanhar a rapidez com que é dominante.
Precisamos preservar as atividades turísticas em regiões produtoras de petróleo e gás. A indústria petrolífera é considerada como impactante. A sua matéria-prima é um recurso natural exaurível e sua extração por tempo finito. Esta indústria geralmente movimenta a economia da região onde atua, contribuindo para a elevação da receita pública.
A inauguração do Centro de Visitantes do Projeto Coral-Sol, no dia 18 de fevereiro, foi um sucesso graças à participação dos moradores da Vila do Abraão. Quase 400 pessoas passaram pelas suas portas e conheceram as propostas dessa iniciativa pioneira. O evento marcou o começo de uma relação de amizade entre o Instituto Biodiversidade Marinha (realizador do projeto) e o povo da Ilha Grande. Leia mais »
Estaba muy tentada de entrar en el agua después de 14 días de navegación, atrapados entre cielo y mar, no podía esperar más! Estábamos anclados finalmente, en la bahía de Clarence- Isla de la Ascensión, y entrar en el agua era inminente!
A la mañana siguiente Dougal y yo fuimos de los primeros en levantarnos (por supuesto Jordon ya estaba pescando…) Miré a mi alrededor y yo no podía creerlo!, el color azul-turquesa del agua, y un cardumen de “Blackfish” alrededor del barco, que en seguida, por lo que Dale acaba de despertar nos dio el ok y que saltó a las aguas cálidas, transparentes y misterioso de la isla de Ascensión!
Um dos dias mais quentes deste verão, Angra contou com um belo espetáculo da natureza em mares da Ilha Grande: um balé de golfinhos. As fotos aí foram registradas na manhã do dia 17 de Fevereiro, em frente às praias de Bananal e Passa Terra. Um dos freqüentadores do local, Kleber de Castro Guimarães, que flagrou com sua câmera à aparição dos golfinhos, disse que nunca viu nada igual. “Eram mais de 50, e estavam mais ou menos uns cem metros da praia e bem pertinho da gente”. – Depois começaram aparecer muitos barcos e Jet ski e os golfinhos sumiram- lamenta Kleber. Leia mais »