NATAL ECOLÓGICO DA ILHA GRANDE 2010

A Vila do Abraão engalanou-se, com o Natal Ecológico da Ilha Grande para receber o NATAL. Foram nove dias de atividades, ecológicas, culturais e natalinas com a participação de todos. Quase a totalidade foi desenvolvida com artistas locais e que fizeram bonito. Nunca tivemos uma programação natalina tão extensa. Leia mais »

ORGANIZAÇÃO PARA SUSTENTABILIDADE DA ILHA GRANDE- NATAL ECOLÓGICO

Estamos totalmente envolvidos com os preparativos para o Natal Ecológico da Ilha Grande. Diversas oficinas estão empenhadas na confecção de guirlandas e Árvore de Natal. Acreditamos que vai ser muito bonito, muita gente que não aparecia nas coisas coletivas já se incluiu, o que soma muito com os objetivos da Associação que é a agregação. A programação para o período também está muito participativa, vejam a diversidade de atrações em sua maioria coisa nossa:

O programa não foi definido e ainda está aberto à sua espera. Você que ainda não está aqui, não fique de fora, venha e faça uma apresentação bonita. Solte aquele artista que está preso aí dentro de você. Você pode cantar uma canção de Natal, declamar uma poesia, contar uma história, ou fazer um monólogo, olha só quanta coisa você pode e é capaz de fazer! Procure a Tatiana (Riacho dos Cambucás) ainda hoje, e diga-lhe: me inclua aí, eu sou o cara! Tá com vergonha? Que é isso! Sempre tem um dia que devemos ser “sem vergonha”! INSCREVA-SE! Leia mais »

Histórico da Ciranda

 Resgate do Folclore Caiçara

A roda de Ciranda realizada no litoral Sul Fluminense, tem uma tradição de 150 anos e dança-se o Xiba/Cateretê e as chamadas miudezas, Caranguejo, Chapéu, Tontinha, Cana Verde e diferencia-se da roda de Ciranda de Pernambuco.

A Ciranda Sul Fluminense ou o Xiba/Cateretê é um folguedo popular de roda, em que não há preconceitos de sexo, cor, idade, condição social ou econômica. Seu movimento lembra o vaivém das ondas e o ato de peneirar. Como toda a dança, tem seu ritual próprio, seus mestres e contramestres que aos sons de violas, pandeiros e mancados celebram a vida. Dança-se nas festas religiosas, nas boas pescas e colheitas, nas noites de lua cheia. Mas nos últimos 50 anos foi quase extinta restando poucos vilarejos que ainda preservam estas tradições tipicamente caiçaras. 

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